"Os outros eu conheci por ocioso acaso.
A ti vim encontrar porque era preciso." - Guimarães Rosa
"Talvez você me veja por ai, pela vida, pelos bares e se pergunte o que há por trás da máscara. Posso ser só mais uma menina descobrindo a felicidade e procurando o amor, mas posso ser mais, vai saber..."
"
Nunca diga te amo se não te interessa.
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo.
" - Mario Quintana.
"Era de outro mundo essa fé que eu tinha em nós, essa esperança de uma vida melhor, de uma vida com mais amor. Era um amor tão lindo, era o que eu pensei que nunca fosse ter e eu por um minuto senti como meu, mesmo que tenha sido só impressão, falsa impressão, eu senti e foi bom, me deu alegria, me deu luz." - (openheartquietmind)
"Queimou.
Cada pedacinho de estrela que me atingiu, queimou. Ácido em pele sensível. Vidros coloridos, beleza na dor, o sol penetrava e mais cores surgiam.
Estamos sozinhos em um universo tão extenso que até me dói. Enquanto eles choram a dor de um amor que nem é amor, a solidão humana num universo tão grande, me dói. Eles falam que amam, mas nós sabemos que não é amor. Não é amor, não pudemos conhecer o amor. Choramos justamente por isso. Por toda nossa vida, tão pequena e rasa, vivemos acreditando no amor e nos doendo por ele. E dói tanto por que há em cada um, a ausência dele. É esse o nosso inferno, é essa nossa vida fora do paraíso.
Doeu.
Tanta saudade de cinquenta e tantas outras vidas, o roxo do olhar de alguém e o sorriso azul. Dançamos uma música nas ruas chuvosas de Nova York, enquanto os carros descansavam. Nos beijamos.
Pedi a eternidade e penas de pombas, guardei minhas fitas. Tocou no rádio nossa música.
Amor.
Não.
Não há amor." - E só.
Cada pedacinho de estrela que me atingiu, queimou. Ácido em pele sensível. Vidros coloridos, beleza na dor, o sol penetrava e mais cores surgiam.
Estamos sozinhos em um universo tão extenso que até me dói. Enquanto eles choram a dor de um amor que nem é amor, a solidão humana num universo tão grande, me dói. Eles falam que amam, mas nós sabemos que não é amor. Não é amor, não pudemos conhecer o amor. Choramos justamente por isso. Por toda nossa vida, tão pequena e rasa, vivemos acreditando no amor e nos doendo por ele. E dói tanto por que há em cada um, a ausência dele. É esse o nosso inferno, é essa nossa vida fora do paraíso.
Doeu.
Tanta saudade de cinquenta e tantas outras vidas, o roxo do olhar de alguém e o sorriso azul. Dançamos uma música nas ruas chuvosas de Nova York, enquanto os carros descansavam. Nos beijamos.
Pedi a eternidade e penas de pombas, guardei minhas fitas. Tocou no rádio nossa música.
Amor.
Não.
Não há amor." - E só.
"É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares? Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio." - Martha Medeiros